Paródia portuguesa de novela brasileira com Maitê Proença

Gato Fedorento: Bem melhor que Pânico na TV, CQC, Casseta & Planeta… juntos.
Essa semana a atriz brasileira Maitê Proença se envolveu em uma polêmica graças ao quadro de seu (não tão bom) programa no canal GNT. Nas gravações, a atriz foi pra Portugal (e perdeu o lugar – nunca entendi essa brincadeira, não seria “perdeu o lugal”?) e fez algumas piadas com o povo portugues. Até aí, na minha humilde opinião, tranquilo. Não é nenhum segredo que brincamos com o nosso povo descobridor – assim como eles brincam conosco. Mas a falta de respeito chegou em níveis ridículos quando a infeliz soltou um ralo cuspe, daqueles de quem acabou de fumar um baseado, em um monumento – um patrimônio público (e ao que me parece, patrimônio mundial). Imagine um maconheiro meio mongolóide de qualquer nacionalidade que seja questionando nossa capacidade e mandando aquela cusparada marota no Cristo Redentor – e tudo isso sendo transmitido sem cortes overseas. Não dá.
O humor brasileiro que chega em nossas televisões sempre foi do pior nível possível – vide Casseta & Planeta. É tão ruim, que um programa fraco como o Pânico virou febre como o maior humorístico já feito por aqui. Até surgir o CQC, que agora leva a mesma fama. É legal ver a TV brasileira tentando se reciclar, mesmo que sem muito sucesso – denovo, na humilde opinião desse que vos escreve.
Já postei nesse blog um quadro de um grupo humorístico portugues que considero um dos mais engraçados e inteligentes, conhecido como Gato Fedorento (nome inspirado na famosa música de Phoebe Buffay). Alguns anos atrás eles gravaram um quadro que tinha uma convidada brasileira “super” especial: a mesma dona Maitê Proença. No sketch os atores do grupo falam em Portugues do Brasil, enquanto Maitê – com toda a sua limitação – fala em Portugues de Portugal. É uma brincadeira com a baixaria e sensacionalismo das novelas brasileiras, e os sotaques de ambos os países. O post original, com o mesmo vídeo, você lê aqui.
Agora acima de tudo eles nos acusam de só conhecer o humor apelativo, idiota. Não conseguimos entender o humor inteligente. E estão errados? Para mim o humor possui licença poética eterna, desde que não humilhe e/ou questione a índole da vítima (algo conhecido também como “respeito”).
Mas cuspir em um monumento não é humor – é simplesmente escroto.










Cupid foi uma série produzida em 1998 e que retorna às telinhas nessa mid-season de 2009. Nela, Trevor Pierce (Bobby Cannavale, o Vince de Will and Grace) afirma ser o Cupido, Deus do amor, expulso do Monte Olímpo por Zeus e com a missão de unir 100 casais na Terra, sem mágica, que resultem em amor verdadeiro – tudo isso para que possa voltar ao mundo dos deuses.
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